segunda-feira, 3 de maio de 2010



demasiadamente enlouquecedor conseguir pensar o que faço aqui, porque estou aqui e porque quero ficar por aqui




o vazio
QUEIMA*









*
queima
s. f.
1. Acto!Ato ou efeito de queimar.
2. Cremação; incineração.
3. Efeito da geada sobre os vegetais.
4. Fogo que se lança aos campos de restolho.
5. Fig. Ruína.
6. Pop. Destilação.
7. Beira Trás-os-M. Traços que se fazem no chão para diversos jogos.
8. Designação abreviada da festa académica da queima das fitas.
9. Bras. Liquidação final do negócio.












segunda-feira, 19 de abril de 2010










HOJE NÃO FAZ SENTIDO

NÃO DORMIR
*















*DORMIR
v. intr.
1. Estar entregue ao sono.
2. Estar em repouso; conservar-se imóvel.
3. Girar tão rapidamente (o pião ou a bola do bilhar) que parece estar imóvel.
4. Passar a noite.
5. Descansar na paz do túmulo.
6. Não fazer nada.
7. Estar entorpecido.
8. Estar latente.
v. tr.
9. Passar (um período de tempo) dormindo.
s. m.
10. Estado de quem dorme.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

ABRAÇOS FICTÍCIOS









AZUIS










ANIL






sábado, 10 de abril de 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

DESPIDO

"Corre a noite, de manso num murmúrio
Por desertos e casas pedregosas
Quem saberá o que vale a pena?"










FLORBELA COM PESSOA
(mero acaso)






sexta-feira, 2 de abril de 2010

BEATRIZ






O Mar empurra-as com a atitude de quem não deve partir. Cheira a Ti, nunca aqui estivemos, mas cheira-me a ti.
Está frio e o desejo de sentir um quente abraço teu não me abandona, trouxe-o comigo para nada ser em vão, Fuga, Praia, chama-se Al Berto.
Sinto a cabeça vazia de nada e nos meus ouvidos ouço o éter, a trizteza, a melancolia da chamada Beatriz. O sol esconde-se e o céu torna-se alaranjando, exitem cães que voam enquanto as mãos ficam fracas e lentas pela rouxidão trazida pelo vento.
Aqui sentado já tudo me parece tão pálido e oculto, o farol ao longe exibe a sua magistralidade, a luz quase acende e Tu não vens. Afinal qual é o teu nome? Qual é o sabor do teu toque? O sol já se despede de mim e tu?
Já não existem Pedros nem Romeus, existo eu que por mera inocência vim.
Está cada vez mais frio, já nem um cigarro consigo acender.
O mar aproxima-se na tentativa de me abraçar, envolvente, salgado, extremamente quente, verde e branco.
Tu, não vens!
Há cães, meninos que brincam na praia, pegadas de alguém que já partiu.
Pensei que de mim ao Mar a distância fosse maior, o Sol já se pôs.



Vamos Beatriz (não grites mais).